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Revolução 4.0 e o medo de ficar de fora

Empresários estão aterrorizados com os avanços e inovações do mercado; a hora e a vez da Revolução 4.0.

Eu sinceramente acredito que o medo do empresariado tem fundamento.
Nunca no mundo houve uma transformação tão profunda e radical como a que se encaminha. Ao meu ver o termo Reengenharia nunca fez tanto sentido em antas coisas ao mesmo tempo. É perigoso estar de fora, más estar dentro sem saber exatamente como proceder, posicionar-se diante desta nova realidade, diariamente, pode ser muito mais perigoso, frustrante, que pular do barco enquanto ainda há tempo.
Como manter-se engajado, equilibrado, atuante e sustentável no mundo atual?
De que forma preparar as organizações, seus líderes, gestores e colaboradores para esta nova realidade?
Só para colocar uma linha de tempo – A primeira Revolução Industrial ocorreu entre 1760 e 1840, foi o surgimento da máquina a vapor, ferrovias. A segunda RI ocorre ao final do século XIX, e caracteriza-se pelo surgimento da eletricidade e da linha de montagem, aparecimento dos primeiro parques industriais e um abuso quase desumano to trabalho humano.  – A terceira RI  acontece na década de 60, surge o mundo digital, PC´s, e algo que iria ao longo dos anos sendo conhecida como “internet”, ciberespaço e os primeiros paços da rede mundial de computadores. – A quarta RI é a revolução marcada pela transformação das pessoas, virada do século, aonde fomenta-se e aplica-se a inteligência artificial, robótica,
internet das coisas, veículos autônomos, impressão em 3D, nanotecnologia, biotecnologia, produção e armazenamento de energia de forma sustentável.
Entendo que o medo seja saudável, faça-nos manter a “guarda” elevada, prestando atenção no mundo como um todo, tomando decisões de forma integrada, colegiada e inclusiva, consultando todos os stakeholders envolvidos nas operações, observando-se a concorrência, sendo cada vez mais inteligentes e sobretudo ouvindo os consumidores e parceiros de negócios.
O pânico é que não faz sentido algum, a fuga de capitais ou a transferência de moradia para outros países idem. O Brasil é um país jovem, nossa Constituição Federal por exemplo, acaba de completar trinta anos. Temos o direito de errar, cair e levantar-se de cabeça erguida.
Observar a quantidade de negócios fechando é o mais recente paradigma. Ao mesmo tempo que uma enorme quantidade de negócios fecha suas portas, em 2018 / 2019 o Brasil apresenta suas seis primeiras empresas “Unicórnio” (99 Táxi, Nubank, Arco, iFood, Stone e Gympass), empresas estas que faturaram e receberam aporte de capital totalizando US$ 1 Bilhão, más este é um cenário que abordaremos em outra oportunidade.
Nenhum empresário quer ficar de fora da Revolução 4.0, a revolução das pessoas impactadas pela modernidade global, da realidade aumentada e da inteligência artificial, todos querem aproveitar esta maré e remar a favor da correnteza, isso é fato concreto.  Fato mais que concreto é que um “freio de arrumação” está acontecendo, os fortes e contextualizados na nova realidade vão sobreviver, e aqueles que sucumbirem vão poder culpar a RI 4.0 e os avanços globais pelos quais o planeta vem passando.
Grande abraço a todos
Marcelo Homem de Mello
CEO e Founder  – Homem de Mello – DHO
Coordenador UNIFG – Pós-graduação Escola de Negócios

 

Marcelo@homemdemelloconsultoria.com.br
(81) 99714-9064

revolução 4.0, e o medo de ficar de fora

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