Desafiando a aprendizagem para ampliar o desenvolvimento corporativo.

jogos_corporativos homem de mello

Surgiram efetivamente no Brasil por volta de 1990.
Perguntava-se: Como treinar profissionais da alta hierarquia para que eles percebam a importância de se renovar, gere a reflexão sem causar controvérsias e desperte a necessidade de mudar?
Simulações de cenários foi a resposta. Articular tomadas decisórias assertivas ou nem tão assertivas assim, provocando escolhas e trajetórias múltiplas, colocam cabeças para pensar e exercitam o poder de análise e síntese.
Como são ações customizadas para cada ambiente e cada cliente, no portfólio da Homem de Mello existem mais de duzentas possibilidades de jogos, dinâmicas e cenários possíveis de adaptação e utilização, que seja para equipes de alta performance ou para formação de líderes mais participativos e colaborativos.
Jogo Corporativos, baseiam-se em vivenciação e experimentação, estimulação por evidenciação de cenários, que acaba por criar uma real significância para parâmetros corporativos. Alguns mencionam Andragogia como metodologia de partida, e em algum ponto isso lá foi verdade, lá pelos idos dos anos 80 ou 90. De lá para cá jogos corporativos evoluíram muito e ganharam adendos da Programação Neurolinguística – PNL, da Psicologia Organizacional e muitos outros agregadores. Não existe uma formatação padrão.
Cada caso é um caso e para cada demanda uma estratégia, um jogo desafiador pode ser utilizado para estimulação de cenários proativos.
Os jogos orientam experiências para “abrir os poros” de cada participante no tocante a necessidades,  comportamentos que precisam ser ajustados ou implantados. Vivenciando conteúdos, fixa-se 65% mais aprendizado, que por sua vez se mantêm ativo na mente dos participantes até 85% mais tempo que utilizando-se estratégias convencionais como palestras, workshop e treinamentos “ensalados” de uma forma geral. Junto com TEAL ( Treinamento Experiencial ao Ar Livre) podem e devem ser utilizados na ampliação das metodologias de aprendizado organizacional.

Como funciona?

São intervenções relativamente rápidas e funcionais, contudo devem ser periódicas, ideal de quatro em quatro meses uma intervenção, ou menos.
Funciona com uma boa anamnese preliminar e com a programação de recursos.
Identificar participantes chave, intermediários e coadjuvantes é uma estratégia bem interessante. Na sequencia, estuda-se o objetivo fim do treinamento/jogo corporativo, e logo na sequencia escolhe-se a dinâmica a ser aplicada, o jogo a ser jogado.

Aplicabilidade?

Funciona muito bem quando treinamentos convencionais não mais alcançam bons resultados, ou como ferramenta complementar das comumente usadas para a ampliação do aprendizado de grupos e líderes.

Custos e prazos?

Cobrado por objetivo fechado após consideração de todas as variáveis presentes. Pode-se aventar inserções de quatro horas por evento em média, para grupos de até trinta pessoas.