marcelo homem de mello atitude de dono e intraempreendedorismo e empreender

Intraempreender – Atitude de Dono

 

Que raios seria Intraempreendedorismo e de onde vem o conceito?

Ao pé da letra, seria a é a versão em português da expressão ”intrapreneur”, que significa empreendedor interno, ou seja empreendedorismo dentro dos limites de uma organização já estabelecida. O termo ”intrapreneur” apareceu pela primeira vez lá pelos idos de 1985 por Gifford Pinchot III.

homem de mello Gifford Pinchot IIIGifford III é um empreendedor, autor e co-fundador americano do Graduate Institute Bainbridge, agora chamada Universidade Pinchot. A ele é creditado a invenção do conceito de empreendedorismo em um artigo que ele e sua esposa, Elizabeth Pinchot, escreveram, em 1978, intitulado Intra-Empreendedorismo Corporativo enquanto frequentavam a escola Tarrytown para os empresários em Nova Iorque. O primeiro livro dele, intra-empreendedorismo: Por que você não tem que deixar a Corporação se tornar um empreendedor (1985) apresentou uma expansão do conceito de empreendedorismo e foi notado pelos meios de comunicação como “agitada discussão dentro da administração. O Pinchot, juntamente com Sherman Severin e Jill Bamburg, fundou o Instituto Bainbridge Graduate, agora chamada Universidade Pinchot, (BGI, em 2002; a primeira escola de pós-graduação nos Estados Unidos para oferecer um MBA em negócios sustentáveis).

Muito se fala em empreender, criar novos negócios, startups, e quase nada se fala da importância de intraempreender, ou seja, empreender dentro de uma organização já estabelecida, com clientes e produtos, faturando.
A “angustia” de grande parte dos brasileiro em ter seu negócio próprio, empreender, cega-o com relação a oportunidades muito mais tangíveis, reais e seguras, que muitas vezes estão a seu alcance imediato, com muito menos riscos e muito mais rentabilidade. Está no seu atual emprego, com um tempo muito menor de maturação que uma startup iniciante, e que provavelmente vai dar muito menos dor de cabeça.

Quando um interessado vai ao SEBRAE ou a Endeavor, buscar apoio para empreender, ninguem conta ao futuro empreendedor que 98% dos negócios empreendedores quebra ante de completar 24 meses de existência.

Da mesma forma, não se faz uma anamnese simples, um Coaching Pessoal ou um Coaching de Executivo / Carreira, para saber em que pé esta pessoa se encontra. Nenhuma destas organizações de fomento ao empreendedorismo sequer possui um instrumento de avaliação sério para checar as competências críticas e as competências essenciais que se deve ter para empreender. No máximo traçaram um perfil de quem empreende.
Juro, não entendo essa “febre”, essa compulsão para se empurrar pessoas para empreender sem checar se as pessoas possuem habilidades e atitudes para tal!
Resumiria tudo isso em “Atitude de Dono”. Quem tem pode empreender, quem não tem melhor nem tentar.
Em 2014 o TUDO Empreendedor, startup que nasceu para auxiliar empreendedores a empreender, já se preocupava com isso, e hoje já possui um instrumento com modelos matemáticos para checar os futuros empreendedores, suas competências e a existência ou não de “Atitude de Dono”, e criou ainda um mini curso em EaD para fazer isso com mais assertividade e propriedade. Trata-se do “Curso 10 Passos Para Empreender com Sucesso“. E veja, é um curso que não é barato não. São quase 100 h de conteúdo e muito valor agregado, pois quem pretende empreender ou intraempreender, já tem logo de saída de checar se tem recursos para isso. Quando falo recursos falo de grana sim, más também falo de capital humano, capital estrutural e atitude mental.

Só sei de uma coisa, se a cada 100 pessoas conseguimos encontrar um potencial líder de sucesso, creio que em cada 1.500 devemos encontrar alguem que não olhe somente para o “próprio umbigo”, que seja capaz de levar em consideração governança e gestão de pessoas, que possamos considerar como sendo um colaborador com capacidade de intraempreender, aquele que tem “Atitude de Dono”.

Estas gerações Y, Z e Nem Nem que chegam ao mercado de trabalho, cada vez com menos constância de propósito  e atitude geral, são mega frustrados em suas relações humanas e de trabalho. Perdem as oportunidade debaixo de suas narinas, correm riscos desnecessários, e não “emplacam” em coisa alguma que necessite de algum esforço mediano, e quando conseguem se destacar em algo, querem reconhecimento imediato, louros, muitos louros mesmo.
Que os Deuses do trabalho tenham piedade das organizações, que dependem das pessoas para se manter.

 

Grande abraço

Marcelo Antonio Homem de Mello

CEO & Founder – Homem de Mello – Desenvolvimento Humano, Organizacional e Coaching

 

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