Inovação, criatividade e intraempreendedorismo são características dominantes, sempre presentes em organizações que aprendem.

inovação, criatividade, empreendedorismo e intra-empreendedorismo em organizações

Empresas de sucesso não perdem de vista a busca incessante por inovação.
Concentram na busca por inovação uma boa parte de seus esforços, visando com isso a diferenciação estratégica no mercado que habitam e militam.
Despertar o olhar aguçado em seus colaboradores, estimular campanhas internas de melhoria de processos, aplicar jogos e dinâmicas desafiadoras, pode gerar uma gama de oportunidades imensa, que devem ser analisadas, pensadas e oportunamente utilizadas se fizerem sentido na ampliação de resultados.
Algumas ferramentas modernas podem ajudar no processo. Canvas e Design Thinking são exemplos destas ferramentas, que quando aplicadas isoladas ou conjuntamente podem causar excelentes resultados, incentivando, estimulando equipes de vendas e lideranças na busca de melhores resultados.
Uma característica que deve ser observada em organizações que aprendem, é a satisfação, sentimento de gratidão dos colaboradores quando veem suas sugestões de melhorias implantadas. Isso faz com que eles se sintam incluídos, parte do contexto, fazendo com que o mesmo não busque oportunidades fora da organização. Há um entendimento no sentimento de gratidão para com a corporação, que ser parte do capital humano e intelectual é mais prazeroso do que ser apenas mão de obra. na retenção de talentos, otimização de recursos e manutenção do capital intelectual.

Como operacionalizar?

Primeiro passo é sensibilizar de cima para baixo sobre a questão.
Gestores devem comprar a ideia, entender que o tempo que vai ser dedicado, dentro do expediente diário, para “elucubrar” ideias, conceitos e questionamentos, não é tempo desperdiçado, e sim um investimento para melhoria continuada.
Na sequencia entender e decidir quem pode participar do processo e de que forma isso pode ser implantado.
Dentro da Homem de Mello, trabalhamos algumas horas entendendo as demandas da organização. Na sequencia montamos os grupos de trabalho, distribuímos papeis e incumbências agregando jogos e dinâmicas com objetivo de construir cenários apropriados para a melhoria organizacional.
Nem sempre é necessário um profissional externo para isso, para aplicar e incentivar inovação, criatividade e intraempreendedorismo. Nossa recomendação é que um profissional externo, abra os trabalhos iniciais, seja um facilitador do processo integrativo, posteriormente entregando a um líder de equipe dentro da própria organização para tocar o processo internamente.

Quando utilizar?

Na minha humilde concepção, devemos manter eternamente os ciclos de aprendizagem e a inovação.
Se estamos falando de diferenciação e competitividade, falamos de sobrevivência, faturamento e rentabilidade, assim sendo, criar ciclos periódico e constantes, políticas internas que valorizem tais práticas só agrega para a organização, seus colaboradores e gestores.

Com políticas avançadas e constantes de inovação e intraempreendedorismo, todos os stakeholders são beneficiados, todos ganham em algum ponto da cadeia produtiva.

Custos e prasos?

Constatamos que ciclos de cinco ou dez horas a cada trimestre bastam para “manter a chama acesa”.
Normalmente  o RH tem uma verba de desenvolvimento de pessoas que pode ser parcialmente destinada para tal fim. Contudo, por ser uma nova aplicação para antigos conceitos, as vezes fica difícil de comprovar sua aplicabilidade e eficiência. Já presenciei verba de marketing sendo utilizada para tal fim, e verba de trade também em ultima instância.
Trabalhamos fortemente com PNL neste quesito, embora haja aspectos de mentoring envolvidos, é na PNL que encontramos as mais efetivas estruturações.